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quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Os flancos dos cavalos da ignorância

Porque a sociedade, nós temos tanto medo de ver pessoas que se amam?
É tão assustador assim?
De todos nós, seriam eles espécies diferentes?
Não somos todos filhos dos Deuses?
Então existe razão para esse medo todo?
O amor não é o mesmo?
Faz diferença se é assim:
Ou assim: 
Ou ainda assim:
Pluralidade e naturalidade

União
Laços
Sonhos
Família
Inocência
 
Que o tempo nos ensine a ver o que somos

Respostas?

Respostas?

Muitas vezes nos perguntamos por que estamos aqui, porque vivemos, porque somos quem somos. Mas essa resposta não existe, nem nunca existirá. Podemos passar a vida buscando respondê-la. Caminharmos por todas as estradas, ladeadas de granito, areia, oceano, florestas, palácios, ruínas, destruição, seja qual for à paisagem o resultado da busca é o mesmo.
E para cada um de nós o percurso é diferente, a busca é a mesma, mas o que encontraremos depende de cada um nós. E essa busca é tão árdua, é tão difícil, nos machuca tanto que paramos, muitos desistem, muitos morrem, e se alguém chegou lá nunca retornou para dizer o que encontrou, quais as respostas, novas perguntas, novos horizontes.
Afinal de contas, porque somos homens,  mulheres, negros, caucasianos, asiáticos, loiros morenos, unidos ao homem, a mulher, sejam eles do mesmo sexo ou não? È uma escolha? É uma escolha que fazemos ser quem somos? É uma escolha arrancar de nossa alma tudo o que somos e jogá-las as feras do destino e do tempo? Onde tudo se lacera nos anais e se perdem nas chamas e no fogo do esquecimento?

Se podemos estraçalhar nos esboços do cosmo tudo o que é considerado inútil, inapropriado, anti-natural, diferente, como aprenderíamos a nos superar e evoluirmos?
O deserto é formado por bilhões de grãos de areia, um único grão não faz diferença, mas sem ele o deserto não existiria, é graças a cada um dos grãos que ele existe. E se ele torna-se diferente aos poucos outros também seguem-se a ele, forma-se uma cadeia. Mas ainda que não mude o deserto, seremos apenas mais um grão igual a todos os outros e nunca sermos encontrado em meio as areias?

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

A Busca, O Senhor dos Aneis

A busca





O Senhor dos Anéis


O mundo em que vivemos anseia desesperadamente por algo, algo que perdeu ou esqueceu. Começamos um novo século, um novo milênio e com eles vieram, em nossos desejos, a amizade e o amor. E o que é a base destes sentimentos? O companheirismo.
Para entender um povo devemos olhar para suas produções culturais, para seus mitos e lendas, uma vez que estes refletem nosso interior mais profundo. E quais são nossos mitos? J.R.R.Tolkien presenteou-nos com sua fantástica obra, inigualável em criatividade e beleza, ele nos deu uma lenda, cujo principal motor é a amizade. Nosso milênio transformou a obra deste escritor e belíssimos filmes, a saga O Senhor dos Anéis,em algumas das mais belas obras cinematográficas de nosso tempo. E por quê? Por que esta história cativa-nos tanto?
Ao decorrer da história cria-se uma sociedade, a Sociedade do Anel, uma aliança entre os povos da Terra Média. E em nosso mundo a que isso se refere? O livro foi escrito ao longo das duas Guerras Mundiais, e a aliança da história representa a união das nações de nosso mundo, prontas a guerrear contra um inimigo quase invencível, a própria guerra. E como sairmos vencedores?
A resposta, a amizade. Frodo, cuja missão é destruir o anel, fonte dos poderes que ameaçavam a destruição de tudo, representa cada um de nós. Vivemos em um mundo
constantemente em guerra, porém, apesar da grandiosa escala deste inimigo traiçoeiro somos portadores de uma arma única. Está em nossas mãos, individualmente, o destino do mundo.
A trilha árdua de Frodo é a nossa vida, cada vez que ele cai, são os nossos fracassos sendo vistos. Mas ele não desiste, continua em sua jornada, mesmo sabendo ser quase impossível de se concretizar.
Temos também Sam, o amigo fiel de Frodo. A amizade dos dois é um dos maiores desejos de nossa humanidade guiada por motivos mesquinhos e egoístas
A bela ação da jornada se dá quando Sam, vendo que Frodo não conseguirá mais, o toma em seus braços e o leva, porque sabe que o fardo carregado por Frodo não pode ser transferido. O que isso significa?
Não podemos tomar para nós a carga de nossos amigos, ela é intransferível, precisamos lidar com ela individualmente. E existe algo a fazer ao vê-los cair? Oferecer uma mão, oferecer nossos braços para se apoiarem, enquanto se recuperam. Isso é o companheirismo, amizade. Não é por isso que ansiamos?
Muitas vezes o medo nos impede de agir. Não o medo de cair, mas sim de conseguir, porque a partir do momento em que conseguimos algo a responsabilidade recai sobre nós, todo o peso nos é dado, muda-se as antigas formas e novas possibilidades surgem.
Se podemos aprender algo com Frodo e Sam, com esta história envolvente que enlaça tantos mistério e tantos mundos e seres diferentes do nosso, mas nem tão distante assim, é que por mais difícil que seja o caminho, por mais tenebrosa que seja a caminhada ela é necessária. E quando perdermos o equilíbrio, quando perdermos a visão das estrelas, o aroma dos campos, o toque macio da relva temos que ter a lembrança que nada é eterno e tudo se desfaz nas areias do tempo.
 

terça-feira, 18 de outubro de 2011

O rio das rosas


O rio das rosas
 
Caminhamos...
Em meio às flores
Flores mortas,
De uma primavera esquecida.
Esquecida em um mundo
Onde as cores se mesclam
Onde o véu da noite
Nunca cai
Onde o véu do dia
Nunca desce
 -------------

Neste mundo nós caminhávamos
Vi tu apanhares uma das rosas...
Negra
Como teu coração desesperado,
Quebrado pela dor...
Pela dor do passado
Onde nossa carne se desfaz.
A rosa que apanhaste
 Além das pétalas negras
Possuía também seus espinhos
Coroados com nosso medo
--------------







                             Pousaste tuas mãos sobre o medo
E ele perfurou tua carne
A gota rubra
Cai pelos espinhos
No esquecimento...
Em teu rosto vejo estampada a surpresa.
E não sei por quê.
Por quê?
Meu Amor
Tua face estampa mais que o medo
Mas também o toque gélido da morte
----------






Quando desvio meu olhar
Vejo uma gigantesca serpente
Levando consigo teu precioso rubi
Incrustados em suas escamas.
Em seus afiados marfins
Pontilhando-se de veneno
Ela leva mais que a morte...
Ela leva você...
---------

Desesperado
Olho para ti.
Como se o tempo houvesse parado
Vejo-te cair
Amparado pelas rosas
Manchando teu corpo
Mas teus olhos ainda brilham
Sua cabeça repousa entre o veludo das flores
Coloco tua cabeça em meu colo
Enquanto tu olhas o eterno alvorecer
----------

“— Por mais que caminhemos um dia temos de deixar de caminhar. Não posso mais te acompanhar pelos mundos. Em busca do eterno. Minha hora chegou. E fico feliz, por te ter ao meu lado.”
Após dizer o que seu coração dizia
Pude ver o brilho deixar-lhe a face
Aqueles olhos...
Antes a fonte do meu ser
Agora deixam de brilhar
---------

Com o sopro da vida que o deixou
Todo o mundo mudou
As rosas perderam suas pétalas
Formando um rio negro
De correnteza inquebrantável.
O céu escureceu.
E no mais distante do horizonte
Uma tênue linha de luz se formava.
O rio escoava em direção luz.
O corpo de meu amor
Já não jazia mais sobre meus braços
Ele flutuava em meio às pétalas
Maculando-as com um intenso vermelho
Sua pele alva destacava-se
Navegava como um navio sem seu comandante
A mercê das marés
--------

Meu coração...
Minha alma...
Não suportaram te perder neste rio.
Uma lágrima...
Escorria por minha face
E ao tocar o solo...
Pude sentir
Que a mesma serpente se enrolava em mim
--------
Ela enroscou-se em mim
Com seu corpo forte
Me abraçando suavemente
E eu nada fazia.
Ao chegar à altura de minha face
Ela afastou-se
Olhou dentro de meus olhos
E vi...
Vi o rosto de Meu Amor
Com esta última visão
A serpente me presenteou com seu beijo
Suas finas presas
Penetrando em minha carne
Apenas senti que caía
E como uma mãe
A serpente me amparou.
Meus olhos se fechavam...
E antes de deitar-me nos braços da Morte
Pude vê-lo
Meu Amor...
 







Ao seu lado

Ao Seu  Lado
Quando as lágrimas do medo me tomam
Sei que estará ao meu lado
Quando o brilho das estrelas deixar de fulgurar no céu
Sei que poderei encontrar luz em teu sorriso
Quando o véu da realidade se rasgar
Tu podes me mostrar o que há por trás da realidade
Quando me perco de meu caminho
Estás sempre ao meu lado
Para virar meu rosto
Tocar minha face
E dizer-me:
“Confio em você”
Quando os cristais da dor se formam em meus olhos
Vejo que os teus brilham
Brilham com o brilho das mais belas estrelas
Não perdidas no tempo
Mas as que nascem da poeira
E se tornam Senhoras do céu
Quando meu coração pára
Tu és a eletricidade
A força que o faz bater
Que me lembra
Que apenas crescemos,
Quando aprendemos a cair e a nos machucar
Que os sonhos são reais
Basta que os tiremos de seus reinos
Quando me prosto pelo medo do que virá
Tu me mostras o que somos
O quanto somos pequenos
E é essa pequenez
Que nos torna grandes
Que nos torna capazes
Que somos mais do que sonhamos ser
E menos do viremos a ser
Por isso
Caminho ao teu lado
E prossigo com meus passos hesitantes
Para te acompanhar
E fazer por você
Ao menos um ínfima parte do que fazes por mim
 

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Quem eu sou?


Quem eu sou?

O que é sorrir?
O que é chorar?
O que é Amar?
Todas essas perguntas apenas serão respondidas quando te encontrar
O ar que me faz respirar
A história que me faz rir
As lágrimas que caem de meus olhos
O meu coração, que há muito esqueceu de trabalhar
Perdeu-se nas entranhas
Esperando por algo
Algo que o faça
Novamente bater
Novamente ganhar a vida
E bombear não apenas sangue
Mas também minha alma
Para cada parte de mim
Uma vez que ela se encontra perdida
E, conseqüentemente também me perco neste oceano


O meio de me salvar se encontra longe
Se encontra em você


E as vagas me engolem
Mal consigo ver por sobre as espuma do mar
Será este meu fim?
Ver na brancura e na negridão meu fim?
Ser levado às profundezas do oceano
Ser guardado junto aos seus inúmeros tesouros?
Nunca mais ver o brilho da lua...
Sentir o calor do sol...
O macio toque da relva


Deitar-me ao seu lado
Sob o brilho das estrelas
Olhar em seus olhos


Seus olhos são meu oceano e quero me perder neles
Mesmo que a morte a me espere
Vale à pena
Vale à pena morrer por ti
Por que sem tua presença quem sou eu?
Quem sou eu neste mundo?
Apenas um viajante
Um ser que vagará eternamente em busca de algo sem nunca encontrar
Me permita...
Permita que...
Juntos possamos encontrar uma razão
Uma razão para nossos corpos
Uma razão para nossa existência
Tão vaga e fluida


De todo medo que me toma
O mais forte é o de perder você
Como poderei te seguir?
Como poderei te seguir ao mundo dos eternos?
Fique comigo
Não me deixe
Venha aos meus braços
No doce embalo do oceano da vida
Que ele nos leve a enseada da morte
Mas que prossigamos juntos
E mesmo sob o julgo das ondas
Ainda resistiremos
Na esperança de podermos viver
o que não podemos viver
De nos tocar pela eternidade
E perecermos nesta imensidão
Incorporados aos seus mistérios
 





quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Crianças Indigo

Crianças Indigo 








Seguindo a linha de postagens anteriores, para concluir, por ora ,o tema, que sempre se abre em um leque para inúmeras abordagens, trago parte da palestra proferida na Fraternidade da luz em 18/06/2004 Celso J. S. Nogueira










Nesta noite eu vou falar sobre um tema fascinante! Nesta noite eu vou falar das Crianças das Estrelas: as Crianças Índigo e as Crianças Cristal.
Estes seres fantásticos que estão chegando à Terra, cada vez mais e mais... encarnando em todos os países, em todas as raças, em todos os níveis sociais, nas aldeias mais distantes e nas 
cidades mais populosas e muito... muito possivelmente dentro da sua própria família, bem debaixo do seu nariz!
As Crianças Índigo são crianças fabulosas que estão encarnando aqui na Terra há bastante tempo, mas vinham poucas delas, até que depois da segunda guerra mundial começaram a vir em maior número e a partir da década de 70 então, começaram a chegar em ondas, cada vez mais e mais delas.
Hoje, os dados são impressionantes! Pesquisadores americanos estimam que depois de 1995, 85% dos nascimentos ocorridos na Terra são de crianças índigo!
Fica muito evidente que alguma coisa está acontecendo. Mas, o quê?
Astrônomos importantes como Freidrich Wilhelm Bessel, Paul Otto Hesse, José Comas Sola, Edmund Halley, depois de estudos e cálculos minuciosos, chegaram à conclusão de que o sistema solar gira em torno de Alcione, estrela central da constelação das Plêiades.
Nosso Sol é portanto a oitava estrela da constelação e leva 26 mil anos para completar uma órbita ao redor de Alcione. 
Descobriu-se também que Alcione tem à sua volta um gigantesco anel de radiação que foi chamado de cinturão de fótons. Um fóton consiste na decomposição ou divisão do elétron, sendo a mais ínfima partícula de energia eletromagnética.


A cada dez mil anos o Sistema Solar penetra por dois mil anos nesse anel de fótons, ficando mais próximo de Alcione. A última vez que a Terra passou por ele foi durante a Era de Leão, há cerca de doze mil anos.

Na Era de Aquário, que está se iniciando, ficaremos outros dois mil anos nesse anel de radiação. Sob a influência dos fótons, todas as moléculas e átomos do nosso planeta passam por uma transformação, precisando se readaptar a novos parâmetros.
A excitação molecular cria um tipo de luz constante, permanente, que não é quente, uma luz sem temperatura que não produz sombra nem escuridão.
Talvez por isso os hindus chamem de Era da Luz os tempos que estão por vir.
Desde 1972 o Sistema Solar vem entrando no cinturão de fótons, e em 1987 foi a Terra que começou a penetrá-lo, estando gradativamente avançando até que no ano de 2012 deverá estar totalmente imersa em sua luz.
As pessoas despertas acordarão como de um sonho com seus centros de energia totalmente abertos, livres do véu do esquecimento, tanto pessoal quanto planetário, pertinentes à terceira dimensão.
As pessoas começarão a se reconectar com suas origens e propósitos da alma, que é o retorno da Consciência Crística para o planeta.


Um novo campo de percepção está disponível para aqueles que aprenderem a ver as coisas de uma outra forma. Desde a década de oitenta, quando a Terra começou a penetrar no cinturão de fótons, estamos sincronizando com a quarta dimensão e nos preparando para receber a radiação de Alcione, estrela de quinta dimensão.

O véu do esquecimento que envolve o nosso planeta cairá de tal modo que os primeiros Semeadores de Vida na Terra, vindos de outros sistemas, reaparecerão nos auxiliando a firmar uma nova civilização e a incorporar uma nova realidade.
Prestem atenção, eu vou repetir:
O véu do esquecimento que envolve o nosso planeta cairá de tal modo que os primeiros Semeadores de Vida na Terra, vindos de outros sistemas, reaparecerão nos auxiliando a firmar uma nova civilização e a incorporar uma nova realidade.
Meus irmãos... é aqui que entram as Crianças Índigo!


Essas crianças fascinantes... fantásticas... fabulosas... que são o próximo passo na nossa evolução como espécie humana.


Vocês se lembram da novela " Mulheres Apaixonadas " que a Globo apresentou algum tempo atrás? Vocês se lembram da Salete? Aquela menininha que tinha visões, que previa acontecimentos... pois bem, é o próprio autor da novela, o escritor Manoel Carlos, que fala:... "Nos Estados Unidos ouvi falar muito das Crianças Índigo".
Salete é Índigo. Ela tem uma percepção da Luz, vê anjos, prevê acontecimentos, tem premonições...
As Crianças Índigo são crianças espetaculares. E estão chegando para ajudar na transformação social, educacional, familiar e espiritual de todo o planeta, independente de fronteiras e de classes sociais.

Mutação Gênica

O post abaixo dá continuidade ao anterior, sobre a questão da união do saber científico com o saber teológico. Ele relata as transformações que vem ocorrido no nosso DNA, nos últimos anos. 



Adaptado de http://www.stum.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=3410
Por Vera Helena Tanze 





O que eu sempre recebi do plano espiritual, é que teremos 12 hélices duplas de DNA. Atualmente se tem conhecimento de apenas uma hélice dupla de DNA. Em estudos não divulgados à população, já se descobriram casos de crianças que possuem três hélices duplas, fato constatado em exames de sangue. Tais crianças, que são as índigo e cristal a que nos referimos em artigos anteriores, sabem atuar em nível mental, movendo objetos, conversando telepaticamente, entre outras características. 
Essa mudança ocorrerá em pessoas adultas também, com menos de 64 anos. As cristal, que nasceram a partir de 2000, já vêm com DNA alterado. As índigo 

já vieram alteradas, mas ainda sofrem para se ajustar nesta realidade tão densa. As pessoas vão desenvolver este processo aos poucos, cada um no seu ritmo, até a formação de uma nova hélice. Claro que por ser um processo de mutação genética, implica em dor e sofrimento físico, devido ao reajuste que será mais ou menos doloroso, de acordo com o que entendi.

As pesquisas feitas estão se baseando em testes imunológicos e endócrinos pois são estes sistemas os maiores indicadores destas mudanças. Como eu disse no artigo anterior, é freqüente o aparecimento sistemático do vírus do Herpes e da Mononucleose, pois estes vírus alteram a estrutura celular, diferente do HIV, por exemplo, que a destrói.
Este processo de transmutação manifesta outros sintomas em níveis comportamentais, emocionais e 
estruturais de modo geral, como separações bruscas, uniões repentinas, mudança de país, de emprego, etc... 
Este processo vem acompanhado dos sintomas da ascensão, que são o cansaço, sono, ganho ou perda de peso, desânimo, tonturas, vontade de ingerir gorduras, etc... Esta mudança estrutural torna o corpo mais sutil, mais perto dos seres cristal, de aura cristalina.
Esta mudança não é para escolhidos e privilegiados, ao contrário, este processo foi estabelecido pela autoconvocação, ou seja, os seres humanos optaram por vivenciar esta transmutação planetária, que trará o Paraíso à Terra, mas não sem antes passarmos pelo caos mundial, que também implica em exílio de almas e mudança de paradigmas gerais. Quanto mais nos conscientizarmos deste processo, mais fácil será ultrapassá-lo. Muitos de vocês devem estar sob medicamentos antidepressivos e se sentindo péssimos, com uma sensação de impotência. Mas os médicos não podem diagnosticar o que não conhecem, ou o que ainda está em estudo ou especulação. Ainda é conversa de esotéricos, até que o FDA americano libere os tratamentos e os torne válidos. 

Esta mudança atinge os corpos energéticos, além do físico, que aliás, só sente o que os corpos mais sutis já ‘saturaram’. Quando falo em TRANSMUTAÇÃO do corpo, pelo DNA, é isso mesmo que quero dizer. 
Creio que a grande maioria que lê meus artigos, conheça os Raios da Grande Fraternidade Branca, cujo 7º é o violeta, responsável pela transmutação energética, do mal em bem, chefiado pelo Mestre Saint Germain.
O elo mais próximo entre os corpos físico e energéticos, são os chacras, que são entradas energéticas em nosso corpo. Os principais são 7: coronário (no topo da cabeça), cardíaco, laríngeo, plexo solar, esplênico e básico, cada um com uma coloração própria a ser trabalhada em cromoterapia, o que ajuda em muito este processo todo, pois eles se relacionam com nosso sistema endócrino, ativando glândulas como a pineal, pituitária, hipófise e timo, que hoje são pouco desenvolvidas e conhecidas, mas que terão papel fundamental num futuro próximo da humanidade terrestre.
Estas mudanças acabam alterando os hormônios, desde os ligados aos aspectos sexuais, até os que provocam maior emotividade, o que vai levar cada vez mais as pessoas a buscarem novos rumos e respostas para seu Eu interior verdadeiro, deixando cair ou ficando com menos máscaras.
Os tratamentos alopáticos conhecidos serão cada vez mais ineficazes. Cada vez mais se buscará a homeopatia, a fitoterapia, o Reiki, a cromoterapia e outras terapias tidas por alternativas.

A grande importância desta metamorfose, é que aprendamos a sair dos conceitos da 3ª dimensão e adentremos de fato na 4ª dimensão e na realidade bem mais sutil que ela implica, até nas proprias cores do Céu. Já perceberam como o Sol, a cor do Céu, o clima, os efeitos geofísicos estão se alterando em velocidade bem maior?
A própria noção do tempo está errada, pois não temos mais as 24 horas diárias...
Com tudo isso, são quase inevitáveis a ansiedade e o medo das mudanças rumo a um mundo desconhecido para nós.

Além das sensações físicas, também podemos incluir: vertigens, mudanças no sistema imunológico, alergias repentinas, formigamento e câimbras, palpitação, ruídos ou zumbidos nos ouvidos, entre outras.
Como eu já disse, estes sintomas são sentidos pela maioria que está ganhando mais uma hélice no DNA, para se ajustar à nova freqüência da 4ª dimensão. 
Somente as substâncias cristalinas podem existir em níveis dimensionais mais elevados. Isto não quer dizer que a alma vá ascensionar, mas sim, que os corpos estão sendo adaptados. Nem todos o serão e nem todos que estão sendo, ficarão na Nova Terra. Uma pequena parcela dos adultos já alcançou as 1024 seqüências de DNA, que eqüivalem aos 144mil giros galácticos a que me referi em artigo anterior. Esse despertar, para ser efetivo, unirá corpo, mente e alma. Conforme escrevi anteriormente, são 144 mil seres encarnados que estão ancorando esta nova energia e possibilitando que outros possam despertar conscientemente, para que, atingindo um terço da população mundial, o Cristo Cósmico desça à Terra, através do esforço individual de evolução e despertar do Eu Superior de cada um de nós.
Contamos com a ajuda de bilhões de espíritos amigos, deste e de outros orbes, mas o esforço é nosso, não esqueçam disto.



Quem estiver interessado no assunto, e quiser saber mais sobre o assunto dá uma olhada heim 
http://www.kailas.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=51&Itemid=68

Ciência e religião. Eternas inimigas? Ou próximas amigas?



Ultimamente tenho pensado bastante na influencia dos pensamentos humanos e também em como a ciência e a religião sempre andaram juntas, mas acabaram se separando devido aos anseios políticos e de poder que envolvem nossa história religiosa monoteísta. Dentro do Antigo Egito, o que permitiu o avanço da ciência foi a religião que lhe fornecia os meios.
Mas com o tempo houve tal rompimento que a hostilidade entre ambas já ultrapassou há muito os limites da razão, tanto prezada pela ciência. As atuais pesquisas científicas cada vez mais nos conduzem em uma direção que antes achava-se impossível, para o lado religioso, As pesquisas envolvendo átomos, elétrons, buracos-negros, a matéria escura, o macro e o micro cosmo nos direciona para o nível considerado religioso.Põem em choque o saber científico e o saber teológico.
 Os livros sagrados são analisados de forma literal e não metafórica. As lendas, mitos, o saber teológico é difundido através da alusão, não de uma forma direta e literal. Quando um cientista, ou um pesquisador vê tal texto ele o analisa sob outra perspectiva, trazendo luz ao dilema antes obscuro. É a questão que será o mau, ou melhor o bem do milênio, a fusão, novamente de Ciência e religião.
No próximo post vou colocar um dos passos que damos nesta direção. com as pesquisas que envolvem a mutação gênica
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